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"Donos de rádios nunca pensariam em devolver AMs simplesmente para economia de gastos", afirmam gestores

19.11.2018

São Paulo - Diretoria da Jovem Pan vê como um erro grave a entrega de canais AMs em quatro grandes mercados brasileiros

Neste segundo semestre de 2018 o rádio tem acompanhado com atenção a movimentação de alguns grupos de comunicação que devolveram suas concessões AMs para a União, casos de rádios do Sistema Globo de Rádio e do Grupo RBS. Nos dois casos foram alegados custos operacionais e incompatibilidades de projetos e a repercussão dessa ação não é positiva nos bastidores. O tudoradio.com ouviu gestores de rádios de São Paulo, que classificaram a iniciativa como um "erro grave"

Paulo Machado de Carvalho Neto (Paulito), atual presidente da AESP, gestor das redes da Jovem Pan e responsável por uma AM do grupo no interior paulista, considera no mínimo equivocado o ato de devolver as concessões, se desfazendo das AMs. Segundo o profissional, o processo de migração das AMs para a faixa FM está andando e se desfazer dos canais é "um ato precipitado". Paulito afirma que há um esforço da Anatel em acomodar cada vez mais as migrantes AMs no FM convencional, ou seja, é preciso ter cautela nas decisões.

Também da Jovem Pan, Marcelo Carvalho (vice-presidente do grupo), concorda que há um alto custo operacional do AM nas regiões metropolitanas (um dos motivos alegados pelos grupos que se desfizeram dos canais), mas afirma que "gestores, donos de radios, nunca pensariam em devolver os dials simplesmente para economia de gastos" e completa dizendo que é necessário aguardar a evolução da migração para a faixa FM e cita o exemplo da Rádio Planalto de Brasília, que apenas interrompeu suas atividades momentaneamente (situação que também é observada em outras estações no interior, que estão em compasso de espera). 

Marcelo também lembra dos testes bem sucedidos na faixa de FM estendida na Grande São Paulo, realizados em 2014 quando a região ainda contava com a TV analógica em operação. Com o processo de desligamento da televisão, o espectro FM estendido está livre para a canalização das FMs migrantes em grandes centros, porém ainda há a possibilidade de mais estações serem acomodadas no FM convencional. Com isso, é necessário ter cautela nas decisões, afirma novamente Paulito.

Fonte: Tudo Radio

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